Arquivo de Janeiro, 2007

Esta campanha de guerrilha da McCann Erikson é simplesmente fantástica.

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Agência: McCann Erikson, Brasil

Via: Coloribus

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Ora aqui está uma jogada interessante e inteligente por parte da Yahoo!: criar sites em torno de marcas específicas e tornar-se o ponto de encontro dos fãs. Com isto certamente a empresa procura distanciar-se do Google e da competição em termos de motores de pesquisa e assumir uma posição mais relevante como fornecedor de conteúdos – que já vem desenvolvendo com qualidade.

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O New York Times tem um interessante artigo, da autoria de Noam Cohen, acerca do uso que certos juízes e advogados norte-americanos têm dado à Wikipedia no sentido de justificar ou aclarar factos.

Até agora, a enciclopédia “do povo” tem apenas sido usada como fonte para factos “menores” e não centrais às questões em disputa, mas não deixa de ser interessante acompanhar esta tendência e ver como evolui. Se para a Wikipedia em si isto são boas notícias – que melhor publicidade do que os próprios tribunais a ela recorrerem? – no geral parece-me demasiado perigoso estar a basear factos jurídicos em entradas que podem ser alvo de erros ou de falhas grosseiras, por vezes colocadas propositadamente.

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Tenho de tirar o chapéu à equipa criativa por detrás desta publicidade, não só pela qualidade estética da mesma, mas sobretudo pela forma brilhante como passam a mensagem desafiando as convenções do socialmente correcto.

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Via: Ad-Dict

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Robert Gray publica um interessante artigo na Marketing Research Bulletin, acerca das novas tendências de market research qualitativo na utilização das ferramentas da Web2.0 como focus groups. Um tema que já aqui fui abordando ao longo do tempo.

Recomenda-se portanto a leitura do mesmo que passará a fazer parte da secção de Clipping do lado direito.

Este vídeo tem servido como prova que a McDonald’s incluiu mensagens subliminares durante o
programa “Iron Chef” do qual é patrocinador. Os responsáveis da empresa vieram a público afirmar que tudo não passou de um erro de montagem, originando que o logo surgisse – ainda que na forma de um único frame – a meio do programa e não no fim como seria suposto. Ainda assim a suspeição manteve-se e foi publicitada como se pode constatar no gráfico abaixo:

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Antes sequer de falar da publicidade subliminar, tenho que referir que o erro técnico parece-me ser a explicação mais plausível para o sucedido, até porque caso contrário estaríamos perante uma tentativa realmente fraca de persuadir os consumidores via subliminar.

Embora seja crença generalizada que as mensagens subliminares são comuns no mundo da publicidade, e que respondem por muitos sucessos publicitários, convém salientar que, contrariamente ao que se pensa não existem provas de que tal tipo de mensagens influencide de qualquer forma o comportamento das pessoas. Essa crença – de que os seres humanos seriam influenciáveis por mensagens “transmitidas” abaixo do limiar da percepção -não é recente remotando aos inícios do séc. XX. Foi no entanto em 1957 que o pânico se instalou e que a certeza da eficácia desta técnica se tornou quase universal; o responsável foi James Vicary, proprietário de um cinema nos Estados Unidos.

Vicary afirmou ter conseguido aumentar o consumo de pipocas e de Coca-Cola por parte dos clientes do seu cinema ao introduzir no filme “Picnic” mensagens com a duração de 1/3000 de segundo que incentivavam as pessoas a consumir esses produtos. A preocupação com os possíveis usos dados a tal “ferramenta” publicitária levaram as autoridades a criar formas de restrição das mensagens subliminares. Na verdade, Vicary veio mais tarde a admitir que o seu “estudo” tinha sido fabricado.

As várias tentativas de replicar o estudo de Vicary apenas demonstraram a falta de eficácia das mensagens subliminares; o que no entanto não impediu que a noção da sua eficácia fosse difundida e se tornasse uma certeza na memória colectiva. Desde mensagens publicitárias ou propagandísticas de governos e empresas, passando por mensagens satânicas escondidas em letras de músicas rock, ou a utilização de cassetes de auto-ajuda que têm no subliminar a arma da sua eficácia, não faltam exemplos da crença generalizada do poder desta ferramenta.

Mais recentemente, um estudo realizado na Universidade de Nijmegen voltou a lançar o debate acerca da eficácia da publicidade subliminar. De acordo com os resultados do estudo, as mensagens subliminares seriam tanto mais eficazes quanto mais relevantes fossem para os objectivos do sujeito/publicidade. Ainda assim, foram feitas críticas à qualidade metodológica do estudo que colocam em causa as conclusões assumidas pelos autores.

A falta de provas concretas e cientificamente inabaláveis acerca da eficácia da publicidade subliminar em influenciar o comportamento dos consumidores, parece-me uma perda de tempo e de fundos investir em tal estratégia. Pior ainda, do ponto de vista da credibilidade, o simples facto de se suspeitar do uso de tal técnica poderá representar uma perda considerável para as empresas. É claramente apostar no cavalo errado!

Leitura complementar: Pratkanis, A. (1992). The Cargo-Cult Science of Subliminal Persuasion. Skeptical Enquirer, Commitee for the Scientific Investigation of Claims of the Paranormal.

Moore, T.E. (1992). Subliminal Perception: Facts and Fallacies. Skeptical Enquirer, Commitee for the Scientific Investigation of Claims of the Paranormal.

Karremans, J.; Stroebe, W, & Claus, J. (2006). Beyond Vicary’s Fantasies: The impact of subliminal priming and brand choice. Journal of Experimental Social Psychology.

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Alguém Explica?

Não consigo fazer sentido desta publicidade! Porque raio terão os Crash Test Dummies (não é a banda!) medo do novo Volkswagen Golf? Terão medo porque como é novo vão terr de o testar? Terão medo porque o carro é tão seguro que não se conseguirão “desmanchar” (e porque motivo haveriam de ficar contentes com isso?)? Ou terão medo porque o carro não é seguro e de certeza que se irão “magoar” nos testes? É que se for esta a ideia que passa para o consumidor algo me diz que a marca vai sofrer!!!

Não seria mais simples fazer a analogia do novo Gold ser tão seguro que até os bonecos de teste o querem conduzir? É possível que seja eu que não consiga perceber o significado da campanha!

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Agência: Westerdals school of communications

Via: AdverBox

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