Archive for the 'Social Psychology' Category
Há dois dias elogiei a forma como Sócrates vai usando a comunicação social a respeito da presidência portuguesa da UE para conseguir vantagem sobre os seus opositores e afastar as atenções dos recentes imbróglios que o seu governo se meteu. Com o discurso do desígnio nacional, Sócrates ia conseguir afastar da agenda as questões por [...]
Faço nova incursão na área política apenas para realçar que Sócrates, apesar dos abalos do caso da sua Licenciatura e os erros da Ota, continua a saber mover-se nos media bem melhor que os seus opositores. Isto a propósito da futura presidência europeia de Portugal que terá como principal tema o “tratado simplificado”.
Sócrates foi rápido [...]
No post Anatomia de uma Pergunta em que analiso a questão que amanhã irá a referendo, referi que a o facto de a questão poder colocar em causa as interpretações dos resultados ser uma preocupação menor. É e não é!
Passo a explicar: de facto, para os objectivos a que o referendo se presta, é uma [...]
Avaliando a questão que amanhã será colocada aos portugueses, e sem ter em conta questões políticas e jurídicas que possam estar na base da sua formulação, não há outra forma de a classificar que não como má; pelo menos do ponto de vista de uma análise psicológica a respeito do processo cognitivo de resposta que [...]
Com o aproximar da data do referendo, mais se discute o tópico na blogosfera portuguesa. Uma das distinções interessantes no discurso resume-se à utilização da palavra “aborto” ao invés da expressão “interrupção voluntária da gravidez”. Áparte de uma maior utilização coloquial de “aborto” e de se tratar de uma expressão mais disseminada, a utilização de uma [...]
Para além das habituais decorações, a época de Natal faz aparecer nos estabelecimentos – sobretudo no ramo da alimentação mas não só – a caixa de gorjetas de Natal. O princípio é simples: embrulha-se uma banal caixa, faz-se uma ranhura na mesma, coloca-se ao lado um cartão de Boas Festas, e espera-se que a época [...]
Um estudo da Universidade de Munique revelou que o branding continua a ser fundamental, já que o cérebro responde de forma mais rápida a estímulos (ex. logos) de marcas populares comparativamente a estímulos de marcas menos conhecidas. Na verdade este estudo só vem dar uma “validação neuronal” a um facto há muito adquirido da Psicologia [...]





