Num artigo interessante publicado no Financial Times, David Bowen realça a falta de interactividade com os adeptos patente nos sites dos clubes de futebol – no caso quer o futebol europeu (soccer) quer a versão americana. Não deixa de ser interessante que aquelas que são comunidades reais não o sejam a nível virtual!

De facto, os clubes desportivos congregam em si as características ideais para o desenvolvimento de uma social network de sucesso (tanto maior quanto o for a base do apoio do clube), optando por uma estratégia mais estática e não interactiva. O factor agregador, principal entrave ao arranque de uma social network, está lá, assim como o potencial de interacção aportado por soluções multimédia.

No caso português, a ausência deste tipo de soluções reflecto o panorama nacional, mas ainda assim não deixa de ser estranho que ainda nenhum clube tenha enveredado por esta opção.

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